Seja Bem-Vindo ao Sinproesc
Agendamento Médico - UNIMED

Agendamento Médico para os beneficiários do plano.

 
Pgto. Ação Col. Sta. Rosa de Lima

Local: Sede SINPROESC em Lages (Casa do Trabalhador)

Dia: 08/02/2012

Hora: 9 as 12 horas

 
Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região condena ...

Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região - 11.01.12

Justiça do Trabalho condena escola a reintegrar e indenizar professora despedida de forma discriminatória O Instituto Metodista de Educação e Cultura deverá reintegrar uma professora que foi despedida durante tratamento psiquiátrico. A dispensa ocorreu três meses após a professora ter recebido alta de licença médica. Ela trabalhava há 17 anos na Instituição.

A decisão é da 7ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho do Rio Grande do Sul (TRT-RS) e reforma sentença da juíza Patrícia Dornelles Peressutti, da 7ª Vara do Trabalho de Porto Alegre. Além de reintegrar a reclamante ao emprego, o instituto deverá indenizá-la em R$ 20 mil, por danos morais. Ainda cabe recurso ao Tribunal Superior do Trabalho (TST). Conforme o processo, a professora afastou-se do trabalho entre agosto de 2008 e setembro de 2009, para tratamento de transtorno bipolar.

Neste período, recebeu auxílio-doença da Previdência Social. Ao retornar, segundo afirmou, teve

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Justiça do Trabalho dá 48 horas para a UNISUL pagar salários e 13º aos seus Professores(as)

Deferindo ação de Cautelar Inominada, promovida pelo Departamento Jurídico do SINPROESC, o MM. Juiz do Trabalho de Palhoça determinou que os gestores da UNISUL, paguem aos seus professores(as) salário e 13º no prazo de 48 horas, a contar do dia de ontem (15), sob pena de bloqueio das contas bancárias da Instituição.
Esta é mais uma vitória dos professores(as), do movimento sindical e, especialmente, do SINPROESC.
Registre-se a celeridade do Judiciário o qual, ciente da gravidade da situação, deferiu a liminar no mesmo dia do ajuizamento da ação.



São José, 16 de setembro de 2.011.



Prof. Carlos Magno da Silva Bernardo
Presidente

 
Vivo

SINPROESC / Vivo

Contrato de Adesão 






 
Férias Coletivas

Sede Administrativa e Sub-Sedes

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A hora e a vez do ensino bilíngue

Gazeta do Povo, 21/11/2011 - Curitiba PR
A hora e a vez do ensino bilíngue
Demanda por sistema que adota dois idiomas na educação básica aumenta e faz com que escolas se adaptem ao novo modelo
Jônatas Dias Lima

O ensino bilíngue virou tendência. A demanda tem estimulado escolas e grandes redes convencionais de educação a adotarem o sistema que há alguns anos era restrito a colégios internacionais, acostumados a receber alunos estrangeiros. A partir do ano que vem, os pais que desejam ver seus filhos falando outro idioma com fluência, ainda nos primeiros anos escolares, terão pelo menos 11 opções de locais em Curitiba onde matriculá-los. A entrada do Grupo Positivo no setor é um exemplo de iniciativa motivada pela insistência de quem não abre mão do inglês reforçado no currículo. “Recebemos muitos pedidos de pais de alunos do ensino regular pela adoção do bilinguismo. Boa parte das vagas foi ocupada por quem já estava no colégio”, conta Audry Castello Branco, gestora do projeto de ensino no Colégio Positivo Júnior.

Divulgado em campanhas publicitárias há menos de um mês, o projeto é considerado um sucesso mesmo antes do início oficial das aulas. Restam poucas das 120 vagas anunciadas. “A princípio, oferecemos o ensino bilíngue do 1.º ao 4.º ano, mas o plano é estendê-lo gradativamente até o ensino médio”, diz Audry. O colégio continuará a atender turmas regulares de meio período eperíodo integral, paralelas às

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Uma prova é pouco para avaliar professor, diz especialista

Pesquisador de associação internacional de rendimento afirma que é preciso avaliar mestres, mas um teste não é suficiente
07 de novembro de 2011
Fonte: iG
Cinthia Rodrigues, iG São Paulo

O australiano Lawrence Ingvarson pesquisou avaliações de professores em seu próprio país, na Escócia, nos Estados Unidos e na Inglaterra e é defensor de certificações para docentes atreladas ao aumento de salário.

Em visita ao Brasil para uma palestra no evento que comemora os 10 anos do Instituto Singularidades, soube pelo iG que os brasileiros estão prestes a ter sua primeira prova nacional para professores. “É um começo, mas não é suficiente”, avaliou.
Em sua apresentação, ele falou dos sistemas que conhece e da forma nestes países associações nacionais de professores de cada área criam critérios para certificar que uma pessoa esta apta a dar aula.

Depois, escalonam os profissionais, por exemplo, em graduados, proficientes, altamente talentosos

e líderes. “Não é só o tempo ou quantos cursos fez que o colocam em uma ou outra condição, mas também os resultados que consegue”, explicou.

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